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0 Que tal trocar seu Windows por LINUX???


Se você se deparou com algumas dificuldades e está precisando de dicas para facilitar a entrada nesse novo mundo digital, a primeira coisa a fazer é começar a ler. A dica é do consultor técnico de software livre, Bruno Gurgel, que garante que a melhor maneira de aprender a mexer no sistema é ler as documentações da sua distribuição escolhida.

Segundo ele, a internet está cheia de fóruns e blogs lotados de perguntas sobre a plataforma, mas muitas delas nem precisariam estar lá se os usuários tivessem o costume de ler. "Lendo, você aprende como fazer instalações, quais as diferenças entre as distribuições e para que usar cada uma delas”, comenta.



Outro ponto importante para quem pensa em abandonar o Windows ou já o abandonou é descobrir qual é a sua distribuição ideal. Bruno comenta que não existe uma distribuição melhor que a outra, apenas a certa para um objetivo, pois cada uma delas é focada em algo diferente. "Uma boa dica para conhecê-las melhor é acessando o site Distro Watch. Lá tem informações sobre as novas versões e dicas para entender o que faz cada distribuição", diz.

Conhecer a filosofia do software livre também faz parte do aprendizado. Se você entrou nessa só por curiosidade ou porque estava cansado dos vírus e travamentos dos outros sistemas operacionais, vale a pena ler o livro "Catedral e o Bazar", de Eric S. Raymond, um ensaio que apresenta dois diferentes modelos de desenvolvimento de um software livre.



Depois das leituras iniciais, a dica é se infiltrar em fóruns e listas de discussões para interagir com pessoas que tenham gostos parecidos. Frequentar eventos de Linux e software livre também é necessário. "Brincamos que o importante não é saber fazer, mas conhecer pessoas que saibam", comenta Bruno. "A colaboração faz parte da filosofia do software livre e é por meio dela que os usuários vão aprender cada vez mais", completa.

Os iniciantes também devem procurar entender como funciona o gerenciamento de pacotes de uma determinada distribuição e a ferramenta Make. Dessa forma, é possível instalar novos softwares no sistema. Ainda nos termos técnicos, Bruno ressalta a importância de saber trocar o Windows pelo Linux e, mais ainda, se forçar a realizar tarefas normalmente. "Tente fazer a mesma coisa que você fazia no Windows com o Linux. Se você editava fotos no Photoshop, por exemplo, ache o software similar para o Linux e comece a usá-lo", comenta. "Achar o software semelhante pode não ser uma tarefa muito fácil, mas os fóruns ajudam bastante", conclui.


Para quem quer seguir carreira, os cursos são o diferencial na aprendizagem. Com eles, você otimiza tempo e aprende mais rápido a mexer no sistema. Porém, segundo Bruno, as leituras não podem ser deixadas de lado, pois são elas que complementam qualquer curso.

Tem alguma outra dica para compartilhar? Escreva nos comentários abaixo!






0 Na Era do Pinguim → Conheça o LINUX UBUNTU














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0 5 razões para dar uma chance ao Mandriva Linux



O Ubuntu, da Canonical, pode dominar as manchetes do mundo Linux, mas o fato é que ele continua sendo apenas uma entre várias distribuições populares de desktop do sistema aberto e de código aberto.
Há pouco tempo escrevi sobre o Linux Mint – que é atualmente o segundo competidor mais popular, de acordo com a DistroWatch – mas outro participante importante desse jogo é o Mandriva, que agora ocupa o 10º lugar na lista da DistroWatch, logo atrás do Puppy Linux.
Seguindo o lançamento de sua segunda e última versão beta em abril, um novo lançamento principal do Mandriva foi lançado agora no domingo, 28/8. Chamado de “Hydrogen” (hidrogênio), o Mandriva 2011 pode ser baixado no site do projeto.

Se você está buscando uma alternativa para o mundo restrito de Mac vs. Windows, seguem abaixo cinco razões que explicam por que vale a pena dar uma olhada no mais recente lançamento (gratuito) do Mandriva.



1. O desktop KDE Plasma
Enquanto o Mandriva costumava incluir vários ambientes desktop e gerenciadores de janela – incluindo GNOME e Xfce – o projeto agora decidiu focar totalmente no KDE Plasma Desktop como seu único ambiente desktop oficialmente suportado.
“Essa concentração dos nossos esforços nos permitiu tornar o desktop do Mandrive a melhor distribuição baseada em KDE na indústria de softwares livres”, explicam os desenvolvedores do programa.
Como já havia notado, o KDE é uma opção de desktop muito popular e atraente, e muitas pessoas preferem-no do que qualquer outro. Mas aquelas pessoas que realmente querem usar o Mandriva com algo a mais ainda poderão fazer por meio de pacotes não oficiais ou distribuições preparadas por membros da comunidade.



2. Um novo tema gráfico
O antigo tema “Galaxy” do Mandriva agora foi substituído pelo “Rosa”, uma alternativa interessante em que a cor azul aparece de maneira predominante (sim, não faz sentido). Também estão inclusos no Rosa temas para cada componente da distribuição assim como um pacote de ícones originais e alguns papéis de parede novos.



3. Flexível e Amigável
A nova tela de início “SimpleWelcome” do Mandriva 2011 é desenvolvida para ser mais simples e acolhedora para novatos, enquanto seu utilitário TimeFrame permite encontrar arquivos por data, sem precisar lembrar onde os salvou.
O app StackFolder oferece acesso rápido a pastas usadas frequentemente, enquanto o RocketBar traz uma nova flexibilidade ao painel KDE padrão. Já o MandrivaSync é o serviço na nuvem do Mandriva, de forma parecida com o Ubuntu One; os usuários podem armazenar até 2GB de graça.



4. Um arsenal incrível
O Mandriva 2011 traz praticamente todos os softwares de que você vai precisar. Além do gerenciador de telas KDE, o KDM, há o gerenciador de arquivos Dolphin, o pacote de produtividade pronto para empresas LibreOffice 3.4.2, o cliente de microblogging Choqok, e o navegador Firefox 5.0.1 e o programa de e-mail Thunderbird 5.0.
O Shotwell substituiu o gerenciador de fotos DigiKam, e há o PiTiVi para edição de vídeos e o Clementine para músicas. Enquanto isso, o novíssimo Mandriva Package Manager destinado para eventual inclusão atualmente está disponível a partir do repositório para fins de testes.
Debaixo da “capota”, o Mandriva 2011 vem com o kernel 2.6.38 Systemd do Linux, RPM5 e X.Org 7.6 com X.Org X Server 1.10.3. Chips novos da Intel e Nvidia e placas gráficas da AMD e da ATI prometem melhorar o desempenho e estabilidade do sistema.



5. Fácil e de graça
No Mandriva 2011, um novo instalador permite instalar o sistema operacional gratuito em seu computador a partir do modo live. O processo de instalação também foi completamente revisado e simplificado enquanto consegue acomodar diferentes variações e configurações de sistema, de acordo com os desenvolvedores do projeto.

O Mandriva Desktop 2011 será suportado por um ano e meio. Baseado neste lançamento, uma versão LTS (Long Term Support) oferecendo três anos de suporte chega até o final do ano.
Se levarmos em conta especialmente toda a controvérsia em torno do Ubuntu 11.04 “Natty Narwhal” e seu desktop Unity – sem mencionar o igualmente controverso GNOME 3 – o Mandriva 2011 pode ser uma alternativa interessante.

Também gosto bastante do visual de seu desktop KDE. E o melhor de tudo, obviamente, é que isso é Linux: gratuito e rápido de testar, altamente seguro, e livre para você customizá-lo da maneira que preferir.

0 Linux em Casa e nas Empresas

Linux Kubuntu 11.10
  A baixa nos preços dos computadores e a concorrência levaram as empresas integradoras (leia-se integradoras mesmo, não fabricantes) de computadores a buscarem alternativas para oferecer o menor preço. Uma dessas alternativas é colocar o sistema operacional Linux, que é de distribuição e uso gratuito, nos seus equipamentos no lugar do tão conhecido Windows, que é pago.

Os usuários domésticos, em sua grande maioria, nunca tiveram contato com esse tipo de sistema operacional. Procura e não encontra o Word, o Excel, o MSN. Aí se desespera e começa a achar que o Linux não serve pra nada e liga pro primeiro técnico de computador que conhece e diz: “formata aí e põe o Windows”.
Essa situação se torna cada dia mais corriqueira. Vamos tentar entender o que acontece:


 
← Linux Ubuntu →


O Sistema Operacional Linux é desenvolvido sob a bandeira do software livre, onde todo usuário pode modificar e distribuir esse sistema. Seu desenvolvimento é feito por usuários colaboradores do mundo todo. Embora existam sistemas baseados em Linux de fácil utilização como o Ubuntu, algumas distribuições não trazem as mesmas facilidades.

A adoção do Linux pelas empresas se deve, basicamente, aos seguintes motivos: custo/benefício, segurança  e capacidade de operação. As companhias sempre buscam formas de cortar custos. Com o Linux, conseguem fazer isso evitando gastos enormes com a aquisição de licenças de software. É óbvio que tais empresas não adotam um sistema simplesmente por ser de baixo custo. É necessário que esse sistema satisfaça as necessidades da empresa. O Linux não só permite que isso aconteça como também proporciona ótima performance nas operações em que é destinado. As empresas podem usar o Linux para diversas funções, principalmente para aquelas relacionadas à segurança, internet e redes e não exige os computadores mais modernos para que funcione. 

 



O crescimento do uso do Linux entre usuários domésticos é pequeno se comparado às empresas, mas mesmo assim, é muito significante. Talvez, seja até melhor simplesmente dizer "o uso do Linux por empresas é maior que por usuários domésticos". O usuário doméstico, na maioria dos casos, ainda o vê como uma alternativa, não como uma solução definitiva. Mas com o tempo de uso, ele cada vez menos dependerá de outro sistema e poderá chegar num ponto em que o Linux será o único sistema operacional em seu computador. Seja em sua casa ou em sua empresa, não importa.

Hoje notamos que a maioria das pessoas que adotam o sistema operacional Linux é profissional da área de informática ou pessoas que trabalham em empresas que o utilizam. A facilidade de realizar tarefas e disseminação de sistemas operacionais Windows causa certo temor na utilização do Linux, que é tão capaz e produtivo quanto o Windows. Isso se deve a uma estratégia de marketing poderosa da Microsoft na popularização do seu produto que deu certo.

 
 
Quanto às empresas que distribuem seus equipamentos com o Linux embutido, elas não estão erradas. Apenas devem tomar cuidado na hora de escolher qual a distribuição Linux adotar. Alguns são extremamente fáceis e agradáveis de utilizar, outros exigem conhecimentos mais específicos.

O usuário, ao comprar um computador, deve ficar atento: um computador com o sistema operacional Windows “de fábrica” fica mais caro, por este ser original. Se preferir comprar com o Linux, analise o sistema pra ver se correspondem as suas necessidades.



Se não se adaptar e quiser trocar o sistema operacional depois para Windows, tudo bem, mas esteja ciente que este sistema deve ser comprado, bem como vários programas que o acompanham. Caso contrário, é caracterizado pirataria.

O Linux oferece vantagens para ambos os lados, afinal, Linux não é simplesmente um sistema operacional, é um conceito na computação que se adapta a qualquer nível de uso e que satisfaz praticamente qualquer necessidade computacional.

0 Não é só bandido que usa Linux

Depois do Psicopata do Slackware, do Hans Reiser  a imagem do Linux corria o risco de ficar meio arranhada, mas para manter uma cobertura Justa e Equilibrada, nos moldes de nosso site-modelo, a Fox News, fizemos uma pesquisa sobre a presença do Linux na ficção, fora do mundo criminoso.


1 – Criminal Minds


Penelope Garcia, a Hacker com uma Atitude roda Linux em sua workstation. Em um episódio um analista do FBI investiga o sistema dela e fica espantado: "É completamente baseado em Linux, programação OpenSource! Você não vê esse tipo de sistema em Governos, exceto tipo… Suiça"

Damos um desconto pra um analista de sistemas do FBI ficar espantado ao ver uma máquina rodando Linux, mas a escolha da terminologia foi feita para passar a impressão de algo extremamente sofisticado e high-tech. Eu quero o Linux Penelope Edition, que permite digitar em 5 janelas ao mesmo tempo.

No último episódio da temporada, outra referência: Para demonstrar que seu sistema de gerenciamento de câmeras é de último tipo, uma oficial da Polícia de Nova York responde que eles usam Linux OS.

Os nerds deram um sorriso e uma balançada de cabeça, aprovando a referência. Stallman já deve ter escrito um email de protesto, exigindo que digam GNU/Linux.


2 – Heroes

A loura má de Heroes (não confundir com a Claire, a Loura Mala) assim como o Linus e a Novell tiram seu sustento do Linux. Seu esquema caseiro de strip sob demanda roda em uma máquina Linux, com KDE.


3 – 24 Horas

Jack Bauer e KDE. Precisa dizer mais? OK, a maior parte do pessoal da CTU usa Mac, mas de vez em quando o Linux dá o ar de sua graça. Pena que a imagem acima foi achada no site de um freetard que sintomaticamente escreve GNU/Linux e questiona se como os ícones do KDE na imagem acima são GPL, isso não significaria que qualquer um seria livre para baixar o episódio e modificá-lo. Parabéns, freetard, tudo que a GPL precisa, com isso Hollywood vai usar Linux em peso.


4 – John McLane




Em Duro de Matar 4 a maior parte dos computadores dos mocinhos e dos bandidos é Linux, mas quando mostram de perto usam o SambaDoCriouloDoido-OS V 1.1. Notem o desktop completamente zoneado, a janelinha de chat com MENOS comandos que já vi na vida e o sensacional IP Rastreator Tabajara que acha o nome de quem está usando aquele endereço.

Ah, alguém pode me explicar, na figura 3, como diabos se faz upload de um ALGORITMO para um computador remoto? (exceto subir um .txt)

0 Como consertar conexão lenta de WIFI no Ubuntu11.10

Sua conexão WiFi esta lenta no Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot? Isto pode ser por conta dos módulos Atheros. Esta dica pode mostrar uma solução que pode restaurar sua velocidade normal.
No terminal, digite:
  1. sudo -s
  2. gksu gedit /etc/modprobe.d/ath9k.conf
No fim do arquivo, insira a linha:
  1. options ath9k nohwcrypt=1
Salve o arquivo e feche-o. Reboot seu sistema e teste. Boa sorte!

0 LINUX NÃO PEGA VIRUS????


Muito se ouve falar sobre a não existência de vírus para GNU/Linux ou sobre o próprio sistema operacional ser imune a esses. Mas pior do que isso são os argumentos e explicações, muitas vezes fantasiosas, para sustentar tais afirmações. Vamos esclarecer nesse artigo, os reais motivos que ao longo do tempo foram resumidos em apenas uma frase: “O GNU/Linux não pega vírus”.
O principal argumento utilizado atualmente para explicar o motivo do GNU/Linux ser invulnerável a vírus, trojans e afins, é o seu baixo índice de utilização. Atingindo pela primeira vez a marca de 1% dos computadores do mundo em 2009 (os mais otimistas falam em atuais 5%), o GNU/Linux representaria um índice desprezível para os crackers criadores de vírus. Porém esse argumento está longe de ser o principal e na minha opinião, sequer deve ser considerado um argumento, uma vez que criar um vírus não é algo assim tão complexo a ponto de desmotivar um destruidor compulsivo por causa de uma quantidade baixa de usuários.

Então, o que pode ser considerado um argumento?

O que caracteriza o sucesso de um vírus de computador é o mesmo que caracteriza o sucesso de um vírus biológico, ou seja, seu poder de propagação. Um vírus precisa de uma taxa de reprodução maior do que sua taxa de erradicação para que ele possa se propagar com sucesso. No GNU/Linux não temos apenas um motivo para seu sucesso em relação a vírus, mas sim um conjunto deles. Vamos começar pelo mais comum.
Existem atualmente diversos tipos de vírus, que usando um linguajar menos técnico são os que destroem dados, os que roubam suas informações, os que usam seu computador como host para realizar outros ataques, entre outros; porém vamos deixar de lado essas várias vertentes e vamos falar sobre infecção de uma forma geral.

Para que um vírus possa fazer o seu trabalho, ele deve estar o máximo de tempo ativo na memória do seu computador e para que ele possa fazer isso é importante que ele se instale em algum programa essencial para o funcionamento do seu computador, ou seja, um programa que é carregado sempre que seu computador estiver em funcionamento. Dessa forma o vírus será carregado juntamente com esse programa e uma vez na memória ele poderá realizar qualquer tarefa que ele almeja.
Para que esse vírus possa “infectar” esses arquivos considerados essenciais, ele precisa de um acesso privilegiado a estes, ou seja, ele precisa ser executado por um usuário que tenha permissão de gravação/modificação desses arquivos essenciais e via de regra o único usuário com essa característica no GNU/Linux é o usuário root. É nesse momento que entra a primeira barreira a ser ultrapassada pelo vírus. A maioria das distribuições GNU/Linux voltada para usuários e atualmente até algumas utilizadas para servidores, não permitem que o sistema seja acessado através do usuário com superpoderes, o root.
Você não é capaz de fazer um login no sistema utilizando o root e só consegue permissão de superusuário após o login com um usuário menos privilegiado. Só depois, através de alguns comandos especiais, você poderá solicitar superpoderes de root para realizar ações especiais no sistema. É claro que através de algumas configurações você pode mudar esse comportamento, porém geralmente quem as utiliza são usuários mais experientes.
Uma vez que utilizamos o sistema através de um usuário menos privilegiado, nós só temos permissão de leitura nesses arquivos considerados essenciais, assim se por um acaso acionamos um vírus, o máximo que ele poderá atingir são seus arquivos pessoais e provavelmente apenas naquele momento uma vez que ao ser reiniciado o vírus não terá mais como se auto instalar na memória, a não ser que seja novamente executado pelo usuário. Se estivermos abrindo um e-mail, um arquivo de procedência duvidosa ou realizando uma tarefa que solicite permissões especiais, devemos nos certificar que esse realmente é um arquivo de confiança e só então digitar a senha e confirmar a operação. Em outros sistemas operacionais que utilizam usuários com super-poderes para realizar tarefas banais, essa tela de confirmação não é necessária e quando você percebe, o vírus já se alojou nos arquivos essenciais.
Se alguém não sabe sobre qual tela de permissão de super-poderes que eu estou falando, abaixo está um exemplo:
Por isso é muito importante utilizarmos sempre um usuário comum para as tarefas do dia a dia e somente executarmos com superpoderes os aplicativos de confiança. Fique de olho na tela acima e só prossiga se estiver certo da origem do aplicativo que está solicitando as permissões. É aqui que entra a segunda barreira pelo qual o vírus deve passar.
Por ser um sistema de código livre, e na maioria das vezes gratuito, podemos instalar e utilizar softwares originais sem nenhum problema, a maioria das vezes instalamos a partir de repositórios oficiais que por padrão já vem configurado na maioria das distribuições. Isso já limita a ação do vírus de forma considerável e podemos fornecer permissão administrativa a esses softwares, uma vez que são provenientes de uma fonte confiável. Mesmo que o software desejado não faça parte do repositório oficial, não faz sentido ficarmos navegando em sites não oficiais procurando por versões “alternativas”, conhecidas também como crackeadas, para usarmos esses softwares, sendo que o mais inteligente é baixá-lo diretamente do fornecedor oficial.
Softwares como TweetDeck, Picasa, Opera, são softwares que não fazem parte do repositório oficial do Ubuntu, mas que podem ser baixados livremente através do site oficial de cada fornecedor. Mas se ainda assim você é fã de sites estilo baixaki (ieca!) você ainda pode verificar o checksum do arquivo. Talvez eu fale mais sobre checksum em um outro artigo, mas de forma resumida o checksum é uma “impressão digital” de um arquivo de qualquer formato, isso garante que o arquivo que você baixou é o mesmo disponibilizado pelo fabricante oficial, ou seja, se alguém alterou 1 byte sequer seja por boa intenção ou para adicionar um trojan, você pode se certificar pegando ochecksum (ou hash) no site do fabricante e comparando.
Agora qual o motivo de você ir no site oficial baixar um checksum e depois baixar o arquivo por outro site não me pergunte. Talvez seja interessante se você está baixando por torrent ou algo do gênero. Portanto segue um exemplo rápido de como eu poderia validar o checksum do Banshee versão 1.9.0:
sha256sum banshee-1-1.9.0.tar.bz2
O que me retornaria:
90f70897b99574b82df65c5435c0691760a5f88f488d25b5bd2ad0a7a2cb986c banshee-1-1.9.0.tar.bz2
Com esse simples procedimento você pode assegurar que nenhum código malicioso estará embutido em um arquivo de origem duvidosa antes de “executá-lo”.
Pegando um gancho na palavra “executá-lo” podemos considerar este como sendo outra barreira para que o vírus ultrapasse. O sistemas GNU/Linux não possuem arquivos executáveis, o que determina se ele poderá ou não ser executado é a permissão de execução que você atribui a um arquivo. Dessa forma um arquivo descarregado no seu computador não pode ser autoexecutado pelo sistema operacional como um .SCR por exemplo. Antes, você terá que atribuir uma permissão de execução para que este possa ser executado e se ele precisar acessar arquivos restritos voltamos a etapa inicial da barreira que são as permissões de superusuário.

Conclusão

É esse conjunto de barreiras, e não um efeito isolado, que faz com que o GNU/Linux tenha um nível mínimo de infecção por vírus e é pela dificuldade de proliferação e não pelo número de usuários que não se tem interesse em desenvolver vírus para esse sistema operacional.
Lembre-se de que um software ou sistema operacional pode aumentar sua imunidade a vírus e afins através de uma arquitetura inteligente, porém os principais anticorpos de um sistema operacional são seus usuários que devem procurar obter o maior conhecimento possível do produto que estão utilizando.

0 Software Livre não é demagogia



por Julien Murray
Olá caros meus caros irmãos e amigos deste orbe chamado Terra. Venho até vós para comentar sobre algo muito nobre e especial que se chama fraternidade.
A fraternidade é um conceito filosófico profundamente ligado às ideias de Liberdade e Igualdade, ou seja, todos são iguais e livres, não importando a situação intelectual ou financeira. Pena que o mundo não é totalmente assim. Pois é, como existem os movimentos sociais que tratam muito bem esta máxima da racionalidade humana, sabia que no mundo da tecnologia também existe também esses grupos de ajuda? O nome deste movimento é software livre ou GNU, representado por um gnu, mamífero africano.
GNU foi criado por Richard Stallman. Mas, software livre, o que é isso ? Vamos a Wikipédia. Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation, é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído sem restrições. O conceito de livre se opõe ao conceito de software restritivo (software proprietário), mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.
Assistencia Tecnica Especializada em Todas as
Distribuições Linux e Sistemas de Software Livre.
O Linux, foi criado por Linus Torvalds lá por meados de 1991, um rapaz nerd, inteligente e bem disposto. Ele bem podia fazer como o um outro rapaz, de fechar o seu projeto e comercializar, colocar até uma portinha para evitar o plágio, mas foi diferente. Linus preferiu compartilhar seu conhecimento com outras pessoas, do que ser rico e poderoso. Burro?!?!?! Não ! São Francisco de Assis não fez o mesmo ? Ele não recusou a fortuna de sua família para beneficiar os mais necessitados ?
Eis a fraternidade, esta máxima que todos os homens deveriam viver e sentir do fundo do coração perante aos outros. Vocês sabiam, que distribuições Linux como o Bigpup Linux (100% brasileiro), por exemplo, é mantido e desenvolvido por pessoas que não ganhavam nada por isso? Qual O fundamento disso ? Ora, Simples como andar para frente, o prazer de colaborar com o próximo, dar a ele a capacidade de aprender, de explorar, de entender como funciona o mundo tecnológico, dar a você uma segunda opção! Em contraste a isso, existem aqueles que não fazem a mínima questão de você entender, dominar e principalmente saber o que fazem com seu computador enquanto navega na internet. Objetivo? Dominar e manter as pessoas na ignorância. Conhece a fábula da águia e da galinha ? Veja então aqui neste blog, de minha autoria.

Ao lado destes irmãos programadores, existem aqueles que ajudam (tá, tem os bobalhões, os babacas, mas o que seria do mundo sem eles ?) a dar os primeiros passos no mundo Linux. Irmãos com o coração inflamado de amor, que fazem questão de ajudar a você encontrar seu caminho com a liberdade. E você encontra na web, a primeira rede social do Brasil, e não querendo exagerar o mundo! O nome desta rede de amigos chama-se Linux Sociall.
Idealizada por nosso amigo Elton Jamenis Chaves Mourão, da cidade de Tomé-Açu, que fica no Pará, o mantenedor e criador da distribuição 100% brasileira, a Bigpup Linux,tem como objetivo de trocar informação, conhecimento e ensinamento. No Linux Sociall, existem várias comunidades, com vários assuntos, incluindo o suporte a várias distribuições Linux, dentre elas o Ubuntu Linux, uma distribuição voltada para usuários leigos e iniciantes no mundo Linux, que estão acostumados somente com outros sistemas operacionais que testam a sua capacidade e inteligência. Eu sou o líder do grupo do Ubuntu Linux que conta com muitos usuários experts e leigos. O que ganhamos com isso? Simples, a tua evolução intelectual! Ficaremos felizes em saber que tu és uma pessoa que aprendeu a instalar teu próprio navegador, tua própria webcam e quem sabe, teu próprio sistema operacional?
Antes de me despedir, peço que veja dois filmes:
Piratas do Vale do Silício
Revolution OS
Abraços fraternos e viva o linux, viva a liberdade !

0 É possível uma aparência agradável com Ubuntu


Bem, muita gente fala que Linux é feio e que Windows 7 é bonitão e cheio de fricote! Não é bem assim, com poucos cliques da pra deixar ele bonitinho também! Vejam só este vídeo de meu desktop aqui no trabalho, um Celeron 2.4 com 1,5Gb de memória e uma plaquinha chulé da NVidia de 128mb…
Atualmente meu Desktop está mais bonitinho ainda, acabo de alterar algumas coisas, outro dia posto a versão 2.0 ^^
NOTA: O vídeo não está muito bom na parte dos loops doAlt + Tab, mas a culpa é do DeveDê que não converteu direito!
Divirtam-se…

Fonte: UD

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