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0 Apple é recordista em vulnerabilidades


A Apple superou a Microsoft e o Google no início deste ano, registrando o maior índice de falhas em um sistema operacional.
Segundo o estudo da Trend Micro, a Apple teve 91 vulnerabilidades durante os três primeiros meses de 2012, sendo o maior índice entre as principais empresas de tecnologia.
O ranking das 10 empresas com maior número de vulnerabilidades também é formado pela Oracle (78 falhas), Google (73), Microsoft (43), IBM (42), Cisco (36), Mozilla (30), MySQL (28) e Apache (24).
De acordo com o estudo, um dos principais tópicos que ajudaram para a inclusão da Apple no topo da lista foi a quantidade de correções para o navegador Safari somente em março deste ano, com um pacote que corrigia 83 falhas no browser.
Recentemente, usuários de computadores Mac também foram surpreendidos com o aparecimento de novos malware para o sistema, como a versão do trojan Flashback, que chegaram a infectar mais de 600 mil máquinas.

0 Conheça Toda a Trajetória de STEVE JOBS


 
(Fonte da imagem: Flickr de tsevis)

A última terça-feira (24 de agosto) vai ficar marcada para sempre na história dos fãs da Apple. Após 15 anos à frente da companhia, Steve Jobs anunciou que era a hora de deixar os holofotes e ceder o cargo de presidente-executivo a Tim Cook, até então executivo-chefe de operações da empresa.

Mesmo continuando no cargo de chefe do conselho da empresa, a mudança de cargo de Jobs significa o fim de uma era no mundo da tecnologia. Afinal, a imagem de inovação transmitida pela companhia da Maçã tem muito a ver com a figura do executivo, responsável por demonstrar novos produtos de maneira surpreendente e decidir quais as tendências seguidas pelo setor de tecnologia nos últimos anos.

Neste artigo, reunimos os principais detalhes sobre a trajetória de Steve Jobs, seja à frente da 
Apple ou em outras empreitadas de sua carreira profissional. Também mostramos algumas das reações ao anúncio de sua saída, e falamos um pouco do impacto que seu nome teve no mundo dos negócios e o porquê dele ter se tornado uma figura considerada até mesmo mítica por alguns.


Visão empreendedora


Steven Paul Jobs nasceu em 24 de fevereiro de 1955 em São Francisco, na Califórnia. Deixado para adoção pela sua mãe biológica, ele foi criado por Paul e Clara Jobs na cidade de Mountain View, e estudou na Cupertino Junior High School e na Homestead High School.


Durante os tempos de colegial, Jobs passou a frequentar palestras oferecidas pela Hewlett-Packard, não demorando muito tempo para que passasse a figurar entre seus funcionários. Em 1972, após cursar somente um semestre da Universidade de Reed e desistir da carreira universitária, ele continuou a frequentar algumas das matérias oferecidas pelo local, como o curso de caligrafia – algo que se refletiu anos mais tarde nas fontes utilizadas pelos computadores Mac.


Após trabalhar algum tempo para a Atari, em 1974 Jobs viajou para a Índia junto a seu amigo Daniel Kottke em busca de iluminação espiritual. Voltou de lá um budista convertido, algo que influenciou muito da filosofia que empregaria na Apple, fundada em 1976 em parceira com Steve Wozniak, Ronald Wayne e “Mike” Markkula Jr.



Primeiros sucessos


O primeiro computador com a marca Apple surgiu após um acordo feito entre Jobs e o dono da loja The Byte Shop, Paul Terrel. Pelos termos do acordo, ele e sua equipe tinham que construir 50 máquinas funcionais em um período máximo de 30 dias, a um preço de US$ 500 por unidade.

Para conseguir o valor necessário para o projeto, a equipe fez um pedido à fabricante de componentes Cramer Eletronics, oferecendo como única garantia de pagamento o recibo do pedido feito por Terrel. Após trabalhar dia e noite, o pequeno time de desenvolvedores conseguiu entregar as unidades pedidas do Apple I, encontrando no processo um meio de financiar a companhia sem ter que ceder nenhuma ação a investidores externos.



Apple II


 
(Fonte da imagem: Azcentral.com)

O primeiro grande sucesso da récem-fundada Apple foi o desenvolvimento do Apple II, apresentado pela primeira vez em 1977. A máquina se destacava pela inclusão de um display com grande qualidade para a época, além de apresentar um teclado muito melhor do que os demais modelos disponibilizados pela concorrência. A ideia de Jobs que guiou o desenvolvimento do produto era a de que a máquina pudesse ser usada imediatamente após ser retirada da caixa.

Milhões de unidades do dispositivo foram vendidas, tornando o dispositivo praticamente um sinônimo da palavra computador durante a década de 1980. O modelo recebeu diversas melhorias em seu período de vida, incluindo telas e sistemas de som aprimorados e a incorporação de várias funções que até então precisassem de acessórios complementares para funcionar.



A despedida da empresa


Apesar do sucesso do Apple II, os próximos anos foram de dificuldades para a Apple. Enquanto o modelo Apple III sofria com problemas de aquecimento, o Lisa, lançado em 1983, possuía um preço extremamente alto que acabou por afastar possíveis compradores.

A virada de rumo veio com o lançamento do Macintosh em 1984. O aparelho ficou marcado tanto por ser o primeiro a utilizar uma interface de comando baseada em gráficos quanto pelo icônico comercial de televisão com o nome 1984. A plataforma tornou a Apple extremamente conhecida, iniciando o processo de evangelização em torno dos produtos da empresa que permanece até hoje.


Apesar do grande sucesso do Macintosh, que se estabeleceu como a plataforma preferencial para as indústrias da música, propaganda e arte, a situação interna na companhia não era das melhores. Disputas com o CEO da Apple na época, John Sculley, fizeram com que Jobs fosse obrigado a abandonar em 1985 a companhia que ajudou a fundar.



Os anos na NeXT Computers


 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Após ter deixado a Apple, Steve Jobs fundou a NeXT Computer, companhia pautada pelos mesmos ideiais de inovação que o levaram a criar sua empresa anterior. Os aparelhos criados pela NeXT se tornaram conhecidos pelas inovações que apresentavam e, principalmente, pelo alto preço cobrado por cada um deles.

A nova empresa tinha como foco os meios acadêmicos e científicos, capazes de arcar tanto com os custos das máquinas quanto de aproveitar as novidades das interfaces criadas por Jobs e sua equipe. Devido ao público reduzido, a NeXT passou por diversas dificuldades financeiras, inclusive enfrentando um período em que se dedicou exclusivamente ao desenvolvimento e venda de softwares.



Participação na Pixar


Em 1986, Jobs comprou o The Graphics Group, mais tarde renomeado para Pixar. Após um período de fracassos desenvolvendo hardwares gráficos, a empresa mudou seu foco para o desenvolvimento de animações. Em parceria com a Disney, foram desenvolvidos filmes de sucesso como Toy Story, WALL-E e Os Incríveis, rendendo à companhia grande destaque na área.

Após a venda da Pixar em 2006, Jobs se tornou o acionista majoritário da Disney, detendo o direito sobre 7% das ações da empresa. Atualmente, ele faz parte do quadro de diretores da companhia, tendo influência sobre as decisões que envolvem as animações feitas sob o nome do estúdio.



Volta triunfal para a Apple


Em 1996, a Apple anunciou a compra da NeXT Computers, o que levou Steve Jobs de volta à empresa que ajudou a fundar. Após assumir os cargos de consultor e de CEO interino, ele voltou ao papel de principal executivo da companhia, decidido a reformulá-la no que fosse preciso, corrigindo os desvios de rumo responsáveis pela Maçã perder espaço e sucesso.
Jobs cancelou uma série de projetos que considerava pouco promissores, gerando um período de medo entre os funcionários da empresa, que viam a possibilidade de perder seus empregos a qualquer momento. O resultado da mudança de rumo foi o iMac 3G, que revolucionou mais uma vez os computadores pessoais ao incorporar elementos do desktop ao monitor do aparelho.

 
(Fonte da imagem: Apple)

A partir desse momento, a Apple passou a construir a trajetória de sucesso que a levou a ser considerada atualmente como a empresa mais valiosa do mundo. Entre os produtos revolucionários apresentados por Jobs estão o iPod e iTunes, que em 2001 iniciaram uma mudança total no mundo da música digital.

Outros sinônimos de sucesso são o iPhone, cujo primeiro modelo foi apresentado em 2007, e o iPad, aparelho que, praticamente sozinho, foi responsável por tornar viável o mercado de tablets. Durante o passar dos anos, Jobs construiu uma imagem pessoal marcante e enigmática, gerando um imenso burburinho entre a imprensa especializada em tecnologia toda vez que sinalizava o lançamento de algum novo produto ou serviço.

 

Para comprovar o sucesso de Jobs em frente à diretoria da Apple, basta observar a valorização da empresa a partir de seu retorno ao cargo de CEO. Em 2000, cada ação da companhia valia aproximadamente US$ 12,88. Já em julho de 2011, o valor unitário pelos papéis da marca da Maçã era de US$ 403,41, uma valorização de 3100%.


Trajetória marcada pelos fracassos e sucessos


 
(Fonte da imagem: Unitechy)

Embora o nome de Steve Jobs esteja vinculado à inovação e  a produtos bem recebidos pelos consumidores e pela crítica especializada, nem todas as decisões do ex-CEO da Apple se mostraram bem-sucedidas.

Durante seu primeiro período à frente da empresa, foram lançados verdadeiros fracassos como o Apple III e o Lisa. Enquanto o primeiro sofria com o aquecimento excessivo devido à decisão de não incluir uma ventoinha de ventilação no produto, o segundo possuía um hardware extremamente avançado para a época, o que acabou se refletindo em um preço muito alto para o gosto dos consumidores.

Outro fracasso foi o lançamento do TAM (Twentieth Anniversary Macintosh), ocorrido em 1997. Desenvolvido para comemorar os 20 anos da empresa, o aparelho possuía uma tela de 12 polegadas e leitor de CD vertical. O preço alto (US$ 7500) fez com que o produto fosse considerado pouco atrativo, resultando em seu abandono um ano após seu lançamento.

O TAM (Fonte da imagem: Wikimedia Commons/W´rkncacnter)

O período de Jobs no comando da NeXT Computer também não pode ser considerado muito bem-sucedido. Apesar de ter virado sinônimo de inovação, a empresa passou por diversas dificuldades financeiras durante sua existência, resultando em sua venda para a Apple em 1996.



Ideias inovadoras


 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons/Rama)

Apesar de não ter sido sempre bem-sucedido, Jobs possui um currículo invejável de decisões positivas . Em seu histórico estão inovações como o Apple II, Mac e iMac, três máquinas responsáveis por verdadeiras evoluções no mundo dos computadores na época de seu lançamento.

O ex-CEO da Apple também tem lugar na história por ter sido o homem responsável por mudar as regras do jogo na indústria fonográfica. A partir da combinação iPod e iTunes, a música digital a preços acessível passou a ser uma realidade para milhões de pessoas, ajudando a reviver um mercado condenado à destruição devido à pirataria excessiva.

Outro exemplo de sucesso é o iPhone, aparelho que começou desacreditado, mas em pouco tempo se tornou praticamente um sinônimo da palavra smartphone. Já o iPad tem como principal mérito ser o principal responsável pela criação de um mercado viável de tablets, construindo a necessidade para esse tipo de aparelho entre os consumidores comuns.



A reação do mercado à saída


O afastamento de Jobs da diretoria da Apple, embora não totalmente inesperado, é o tipo de situação que provoca um grande efeito entre os analistas e fãs do mundo da tecnologia. Logo após o anúncio da renúncia, as ações da companhia sofreram uma queda de 5%.
Apesar de um homem como Steve Jobs ser insubstituível, o mercado reagiu bem ao anúncio de que Tim Cook será o próximo a assumir o posto de CEO da Apple. Exemplo disso foi a declaração de Mark Moskowitz, da J.P. Morgan, que afirma que Cook é um profissional bem-sucedido, e que seu conhecimento das estruturas de produção da companhia deve resultar em poucas mudanças em sua estratégia de mercado.

Tim Cook, novo CEO da Apple (Fonte da imagem: Business Insider)

Opinião semelhante foi demonstrada por Katy Huberty, da Morgan Stanley e Maynard Um, da UBS, que consideram o novo diretor uma boa opção para manter a trajetória de sucesso da empresa de Cupertino. Posicionamento semelhante ao de Gene Munster, da Piper Jaffray, que afirma que “o caráter de Steve Jobs, sua visão e sua ética de trabalho guiarão a Apple para sempre”.

Já Chris Whitmore, do Deutsche Bank, prevê riscos em um período de 3 a 5 anos, destacando que problemas podem surgir caso Jobs deixe a companhia em definitivo. Em geral, a expectativa é a de que as ações da Apple sofram quedas durante um período de tempo curto, se estabilizando conforme os investidores percebem que a transição para a era Tim Cook não deve representar nenhuma mudança de rumo radical nos planos da empresa.


Ícone cultural


Mais do que simplesmente ocupar o cargo de presidente de uma poderosa companhia, Steve Jobs se tornou um ícone cultural com a mesma força de nomes como Bill Gates. Mesmo quem não conhece nada de informática ou não se interessa pelo mundo da tecnologia como um todo é capaz de associar a imagem do ex-CEO aos produtos Apple.

 
(Fonte da imagem: Submarino)

Tamanha popularidade se reflete em uma grande quantidade de produtos que exploram os ensinamentos que podem ser tirados de sua trajetória de sucesso. Títulos como “A Cabeça de Steve Jobs”, “Inovação: A arte de Steve Jobs” e “O Fascinante Império de Steve Jobs” tentam desvendar os mistérios por trás da figura do executivo, usando sua história como exemplo para o leitor de aprimoramento pessoal.

Filmes como “Piratas da Informática”, produzido pela rede de televisão TNT, exploram fatos importantes do mundo da tecnologia, incluindo aparições do próprio Jobs e eventos importantes como o lançamento do Apple II. Já “Macheads” explora o fanatismo dos fãs pelos produtos com a marca da Maçã, enquanto “Bem-vindo ao Macintosh” faz um histórico da Apple desde sua fundação até os dias atuais.

A figura do executivo deve demorar a desaparecer do imaginário popular, ainda mais depois do anúncio de sua renúncia. Os fãs de seu trabalho devem ficar atentos: está programado para 2012 o lançamento do livro “iSteve: o livro de Jobs”. Escrita por Walter Isaacson, a obra se trata da primeira biografia autorizada pelo homem forte da Apple, incluindo entrevistas com o próprio, além de familiares, concorrentes e ex-colegas de trabalho.

Fonte:Baixaki

0 Brasil poderá ter tablet de 500 reais



Brasil poderá ter tablet de 500 reais

Tablets sem marca conhecida, como este, chegam a ser vendidos por pouco mais de 100 dólares no mercado internacional



 O ministro das comunicações, Paulo Bernardo, vem dizendo, em algumas entrevistas, que o governo gostaria de ver um tablet com preço de até 500 reais no país.

Seria uma ferramenta importante para a inclusão digital e para o ensino. O tablet de 500 reais é possível, mas não será um iPad. Com incentivos fiscais adequados, um modelo simples com o sistema Android pode chegar às lojas por esse preço. Resta saber se as limitações desse tablet popular não seriam uma fonte de frustrações para o consumidor.

O projeto do tablet de 500 reais depende de incentivos fiscais. Os aparelhos montados no Brasil deverão ter isenção de PIS e Cofins, dois encargos que, juntos, acrescentam 9,25% ao preço do produto. Além disso, é provável que recebam o mesmo tratamento tributário dado aos computadores.

Nesse caso, o fabricante terá redução no IPI em troca do uso de componentes nacionais e da montagem local. Incentivos estaduais podem aliviar o ICMS; e os municípios podem fazer sua parte dando isenções de impostos sobre imóveis industriais.

Dependendo de quais incentivos se incluam na conta, chega-se a uma redução de custo entre 30% e 40%. Um cálculo divulgado por órgãos do governo aponta para um decréscimo de 31%.

Naturalmente, o fabricante pode repassar a redução para o preço final ou aumentar sua margem de lucro. Mas a concorrência deve beneficiar o consumidor, forçando os preços para baixo.

Resta saber que tipo de tablet pode ser fabricado por 500 reais. Não será um iPad e nem um dos tablets com Android da geração mais recente. Esses tablets têm preço similar ao do iPad, que virou referência para os fabricantes.

No mercado americano, onde esses aparelhos são mais baratos, as versões mais simples custam por volta de 500 dólares, quase 800 reais.






Xing ling
É preciso, então, olhar para a Ásia para encontrar um tablet de 500 reais. Há aparelhos chineses sem marca conhecida que são vendidos em lojas na web por preços que começam em pouco mais de 100 dólares. Os mais baratos – como o da foto acima, que imita o iPad na tela – têm tela de 7 polegadas, usam tecnologia ultrapassada e são pobres em recursos, além de ter qualidade construtiva questionável.

Variantes mais recentes desses tablets xing ling, com tela de 8 ou 10 polegadas, podem ser encontradas por preços inferiores a 200 dólares (cerca de 320 reais). Em geral, esses aparelhos têm tela resistiva, de baixa sensibilidade, o que torna seu uso incômodo (tablets como o iPad usam tela capacitiva, bastante mais sensível).

Os tablets xing ling também são um tanto lentos, e a qualidade visual das imagens que exibem é inferior à dos modelos de fabricantes prestigiados. Assim, embora, na teoria, um aparelho desse tipo possa custar 500 reais no Brasil, suas limitações poderão ser uma fonte de frustrações para os usuários.






Acima de 1.000 reais?

E quanto vai custar um tablet realmente atualizado montado no Brasil? O modelo mais simples do iPad, sem acesso à rede celular e com 16 GB de memória, custava 1.650 reais quando chegou ao país (no momento,os preços estão mais baixos porque, enquanto não chega o iPad 2, a Apple está desovando seu estoque do iPad 1 no país).

Com a redução de custo de 31%, o preço de tabela do iPad mais simples atingiria 1.140 reais. Já o modelo mais caro, com 64 GB de memória e acesso à rede celular 3G, chegou ao país por 2.599 reais. Fabricado aqui, custaria 1.790 reais. Isso dá uma ideia da faixa de preço em que serão vendidos os futuros tablets fabricados no Brasil – entre 1.100 e 1.800 reais.

Não há a expectativa de que o preço do iPad caia rapidamente no mercado internacional, já que a demanda continua alta (o produto está esgotado em vários países). E é pouco provável que outros fabricantes ofereçam modelos concorrentes por preços muito inferiores a esses. Quedas significativas nos preços só devem acontecer de 2012 em diante – e de forma gradual.

0 Apple confirma iPad 2




O CEO da Apple Steve Jobs acaba de confirmar o lançamento da segunda versão do tablet iPad. O aparelho irá mesmo se chamar iPad 2, confirmando os rumores iniciados desde o ano passado.
O novo modelo é mais fino que o iPhone 4 e conta com processador dual-core duas vezes mais rápido que o da geração atual. A placa gráfica tem desempenho até nove vezes mais rápido, mas o consumo de energia permanece o mesmo, com as mesmas 10 horas de duração da bateria.
O iPad 2 é mais fino e mais leve. Para aqueles que questionavam o fato de o produto estar disponível em apenas um cor, o novo tablet terá duas versões: preta e branca.

Visual do novo iPad
Fonte da imagem: Apple
Os modelos estarão disponíveis nos Estados Unidos a partir de 11 de março. Outros 26 países recebem o produto a partir do dia 25. O Brasil não está incluído na lista. Com relação ao preço, os modelos poderão ser encontrados a partir de US$ 499 (Wi-Fi e 16 GB) até US$ 829 (Wi-Fi, 3G e 64 GB).

Conhecendo o iPad 2

Visual do novo iPad
Fonte da imagem: Apple
O novo iPad terá o mesmo tamanho de tela, 9,7 polegadas, e não contará com a tela retina display, disponível nos modelos mais recentes de iPhone e iPod Touch. Contudo, o iPad 2 ganhou duas câmeras, uma frontal e outra traseira, o que permitirá videoconferências e a utilização dos recursos FaceTime, e PhotoBooth.
Em termos de processamento, o iPad agora conta com um chip de nova geração. O A5 dual-core de 1 GHz substitui o A4, tornando o tablet duas vezes mais rápido. Além disso, segundo a empresa, a placa gráfica permitirá exibição de dados até nove vezes mais rápido, melhorando o desempenho de games e vídeos.
Apesar da potência maior, o consumo de energia permanece o mesmo. Ou seja, as baterias de polímero de lítio continuam com a duração de 10 horas. O sistema de carregamento, via adaptador ou cabo USB, também permanece inalterado.

Novas opções e tamanho reduzido

Visual do novo iPad
Fonte da imagem: Apple
O iPad 2 estará disponível em duas cores: preta e branca. Além da novidade visual, o produto agora fica mais leve e fino. Seu peso passa a ser de 595 gramas e a espessura foi reduzida em 33%, sendo agora de 8,8 milímetros. Não houve alteração na capacidade de memória.
No total, seis modelos de iPad 2 estarão disponíveis ao consumidor:
  • iPad 2 Wi-Fi e 16 GB: US$ 499
  • iPad 2 Wi-Fi e 32 GB: US$ 599
  • iPad 2 Wi-Fi e 64 GB: US$ 699
  • iPad 2 Wi-Fi, 3G e 16 GB: US$ 629
  • iPad 2 Wi-Fi, 3G e 32 GB: US$ 729
  • iPad 2 Wi-Fi, 3G e 64 GB: US$ 829
Os modelos chegam ao mercado norte-americano a partir de 11 de março. Uma lista com outros 26 países recebe o produto a partir de 25 março. Infelizmente o Brasil não está incluso e não há previsão da chegada do iPad 2 ao solo nacional.

Funcionalidades do iOS 4.3

Visual do novo iPad
Fonte da imagem: Apple
A integração entre os demais aparelhos da Apple é a grande novidade do iOS 4.3. Ele permitirá, por exemplo, que o usuário compartilhe uma conexão 3G com outros dispositivos. Assim, o produto se transforma em uma espécie de hotspot pessoal, provendo com internet todos os outros aparelhos à sua volta.
Além do recurso FaceTime, possível graças à inclusão das duas novas câmeras, aplicativos como o PhotoBoot, iMovie e GarageBand também estarão disponíveis para o tablet, pelo preço de US$ 5 cada.
Apesar de a tela retina não estar presente, o iPad 2 tem boa capacidade de exibição de imagens e vídeos. A câmera traseira grava vídeos em HD (720p) e acima de 30 frames por segundo. O zoom é de 5 vezes. Já a câmera frontal tem capacidade de gravação VGA.
Visual do iPad
Fonte da imagem: Apple

Smart Cover

Outra grande novidade lançada juntamente com o iPad 2 é a Smart Cover. Diferente das capas anteriores disponíveis para o tablet, desta vez a empresa optou por desenhá-la durante o processo de criação do aparelho. O resultado é um produto que se adapta perfeitamente ao tablet.
Vendida à parte e disponível em dez cores, a capa conta com uma tecnologia de magnetismo que se ajusta com facilidade ao aparelho. Além disso, quando dobrada, pode servir como suporte para digitação. A parte de baixo da capa funciona ainda como uma flanela de microfibra, garantindo a limpeza da tela.

iPad 2  - Especificações

  • Processador A5 Dual-Core 1 GHz
  • CPU 2x mais rápida
  • Placa gráfica 9x mais rápida
  • Consumo de energia igual ao dos processadores A4
  • Espessura: 8,8 milímetros
  • Peso: 595 gramas
  • Duração de bateria: 10 horas
  • Tela: LED de 9,7 polegadas com resolução 1024x768 pixels
  • Conectividade: Wi-Fi, 3G e Bluetooth
  • Câmera: duas (frontal e traseira)
  • Cores: branca e preta
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0 Apple anuncia nova linha de MacBooks Pro; detalhes dos últimos dias se confirmam



Nova família de MacBooks Pro


As novas máquinas não utilizam mais chipsets gráficos da NVIDIA: o modelo de 13 polegadas é equipado com uma placa gráfica integrada Intel HD 3000, só que com 384MB de memória compartilhada para vídeo (antes, eram 256MB). Já os modelos de 15 e 17 polegadas utilizam chipsets AMD Radeon.

A porta Thunderbolt (aka Light Peak, da Intel — porém desenvolvida em parceria com a Apple) utiliza mesmo a interface da Mini DisplayPort. Ela serve tanto para a conexão de monitores externos quanto para transferência de dados em alta velocidade, chegando a 10Gbps. No futuro, a tecnologia poderá atingir até 100Gbps.
Porta Thunderbolt no MacBook Pro
Os novos MBPs também vêm com câmeras FaceTime HD embutidas, triplicando a resolução das antigas iSight (agora em 720p). Elas são ótimas para vídeo-chamadas widescreen em alta definição, principalmente com o recém-lançado FaceTime 1.0 para Mac. O software custa US$1 para meros mortais, mas compradores dos novos laptops não precisam se preocupar com isso.
MacBook Pro de 15 polegadas com Aperture aberto
Ainda não foi desta vez que a Apple mudou o visual externo dos MBPs, ainda que eles continuem lindos com suas carcaças unibody de alumínio, trackpad Multi-Touch de vidro, display LED widescreen e teclado preto retroiluminado.
“O novo MacBook Pro traz processadores dual e quad-core de nova geração, gráficos de alta performance, tecnologia Thunderbolt e FaceTime HD para o ótimo design amado por nossos consumidores profissionais”, afirmou Philip Schiller, vice-presidente sênior de marketing mundial de produtos na Apple. “A Thunderbolt é uma nova tecnologia de I/O revolucionária que proporciona impressionantes 10 gigabits por segundo e pode suportar qualquer padrão I/O importante, o que é ideal para o novo MacBook Pro.”
Mais uma vez, a Apple caracteriza seus novos MBPs como a linha de notebooks “mais verde” já fabricada por ela, conquistando o selo EPEAT Gold e atendendo aos requerimentos Energy Star 5.0.
O MBP de 13″ começa em US$1.200 nos Estados Unidos, trazendo processadores Intel Core i5 e i7 dual-core de até 2,7GHz e placa Intel HD Graphics 3000. Já os mais poderosos, de 15″ e 17″, trazem chips Core i7 quad-core de até 2,3GHz e gráficos AMD Radeon HD com até 1GB de memória de vídeo para alta performance em jogos, edição de vídeo profissional e aplicativos que façam uso intenso de gráficos.
Especificações dos novos MBPs
No Brasil, eles custarão a partir de R$3.600 e irão até R$9.200. Os novos MacBooks Pro já podem ser encontrados na Apple Online Store brasileira e deverão começar a ser despachados dentro de 3-4 semanas.


Fonte: Macmagazine

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