0 Não sofra com o Windows, use UBUNTU LINUX



Quem entrou hoje para baixar a nova versão do sistema operacional Ubuntu 12.10 (uma versão sem suporte estendido), se deparou com esta frase. Não é a primeira vez que a empresa critica a nova versão do sistema operacional da Microsoft. Honestamente não acho que o caminho seja este. Isto só gera animosidades, ao invés de integrar e extrair o melhor.
Outra coisa que é polêmica é que agora quem deseja baixar o sistema, acabará em uma página que pede doações em dinheiro para que o projeto continue a dar bons frutos. A contribuição pode chegar a 1000 dólares (ou R$2030 reais sem impostos). Como a própria Canonical afirma, seria o equivalente a comprar um camelo de oito anos (uma comparação esdrúxula e pouco óbvia). As doações funcionam via Paypal.
Antes de entrar na discussão se é ou não uma forma de forçar doações, é salutar dizer que a Canonical, a empresa que mantém o sistema operacional Ubuntu, foi fundada com capital próprio do Mark Shuttleworth. Foram inicialmente 10 milhões de dólares. Mais tarde ele investiu mais 1 milhão de dólares em uma empresa de computação em nuvem, a InkTank (Ubuntu One?). Ele é também patrono do KDE, doando 5 mil dólares por mês. Não contabilizei outros investimentos, que não aparecem na grande mídia. Agora a pergunta: Você conhece alguém (pessoa física) que tenha investido esta valiosa quantia em um Linux?
Com estas afirmações não quero defender ou justificar a ação da Canonical. São apenas fatos. A empresa precisa de doações, sejam elas na forma de horas de trabalho ou capital. A Canonical alega que já recebeu pessoas querendo doar e não sabiam como.
Enquanto você forma sua opinião, desfrute do novo UBUNTU LINUX 12.10!!!

0 Na era do Pinguim - NOVO Ubuntu 12.10



    A Canonical lançou a versão final do Ubuntu 12.10 Quantal Quetzal. O novo sistema operacional melhorou seu suporte a serviços na nuvem e às aplicações da web. Confira algumas novidades interessantes:

    Ubuntu One

    O Ubuntu One aprimora sua integração com o novo sistema operacional, que também tem versões para Android, iOS, Mac OS X (em fase beta) e Windows. Os usuários que utilizarem o serviço de armazenamento terão 5GB de espaço gratuito.

    Novidades na busca

    Além de ter um app nativo para acessar seus arquivos na nuvem, o Ubuntu 12.10 também facilita a busca por arquivos na Dash. Agora será possível pré-visualizar os resultados de buscas feitas no sistema e acessar as opções do arquivo sem precisar abrir outras janelas. Com isso o usuário poderá colocar músicas para tocar no PC ou até baixar aplicativos em apenas um clique.
    Outra novidade que pode ser encontrada na seção de busca do Ubuntu 12.10 é a sua integração com outros serviços de armazenamento na nuvem. Ao buscar por algum termo na Dash, será possível obter resultados tanto de arquivos no PC, quanto de serviços como o Flickr ou Google Drive, por exemplo.

    Aplicativos da web a um clique

    Quem utiliza muito o Facebook ou Gmail poderá colocá-los a um clique no lançador do sistema, como se eles fossem aplicativos. Dessa forma, não haverá necessidade de abrir um navegador para realizar o login sempre que o usuário for usar esse tipo de serviço.

0 PCs Desktops estão com os dias contados!!!


Mito ou verdade: o computador está morrendo?

Com a popularização da plataforma móvel, como notebooks, tablets, smartphones e, mais recentemente, ultrabooks, muito tem se falado sobre a morte do computador de mesa, aquele com gabinete e monitor, que fica parado sobre a mesa do escritório ou do quarto.

Recentemente, novos indicativos da indústria de computadores pessoais reforçaram a ideia de que algo não está bem no mercado de computadores de mesa. E a principal fonte a confirmar essa baixa na popularidade dos PCs é, nada menos, do que o próprio Google.


Google ataca de vidente 2.0


É incrível pensar que um website possa indicar mudanças na sociedade com base no uso que as pessoas fazem da página. Mas esse tipo de previsão deve ser levado a sério quando os dados vêm do Google.

Mito ou verdade: o computador está morrendo?
(Fonte da imagem: iStock)

O alto tráfego do mecanismo de buscas pode render indicativos muito relevantes para a prevenção ou solução de problemas, como é o caso, por exemplo, do acompanhamento de epidemias: de acordo com o número de pesquisas por uma determinada doença ou vírus vindas de uma região, é possível especular que, naquele local, está havendo um surto de infecções. Uma boa aplicação construída nesse conceito é o Google Flu Trends, que mantém o registro de casos de gripe pelo mundo.

Sendo assim, também é possível que o Google possa nos ajudar a prever outras mudanças na sociedade, desde informações relativamente banais, como quem é o ídolo pop do momento, até casos mais importantes, que afetam, por exemplo, investimentos de mercado.


Pesquisas indicam baixa procura por computadores


O Google possui uma ferramenta muito interessante para o mercado financeiro e que permite, entre outras coisas, comparar o tráfego de buscas sobre uma determinada indústria com a variação cambial de suas ações nas principais bolsas de valores do mundo.
Apesar de ser impossível visualizar esse tráfego por empresas específicas, muitos podem usar esses gráficos como formas de fazer previsões para o mercado de 27 indústrias diferentes, que vão desde o mercado de seguros e viação até computadores e dispositivos móveis.

Mito ou verdade: o computador está morrendo?


Como bem notado pelo site Tom’s Hardware, a seção com o tráfego da indústria de computadores e eletrônicos exibe uma queda vertiginosa de 2004 até 2012, diminuindo em quase 52% a procura por termos como “windows”, “hp”, “mac”, “ipod”, “google”, “dell”, “sony” etc. É claro que fica difícil fazer uma previsão mais séria sem ter os detalhes de quais tráfegos foram selecionados para a elaboração do gráfico e como isso foi feito. Mas, mesmo assim, é possível ter uma ideia do que nos aguarda.

Mito ou verdade: o computador está morrendo?

Enquanto a busca de computadores caiu pela metade, a seção “Mobile & wireless” apresenta um aumento de quase 26% na popularidade de termos como “phone”, “apps”, “iphone”, “blackberry” e outros. Se depender dos dados coletados pelo Google, parece que o futuro será mesmo cruel para o computador comum.


Economia mundial também ameaça PCs


Seja pela falta de inovação, complicações na economia norte-americana ou simplesmente pela crescente popularidade dos tablets, o fato é que diversos relatórios apontam quedas nas vendas de computadores. De acordo com artigo publicado pela Fortune, as vendas de computadores no segundo trimestre de 2012 foram abaixo do esperado e a situação não parece muito animadora para o restante do ano.

Pesquisas de mercado indicaram que, nos EUA, a venda de computadores caiu 0,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Pode parecer uma variação mínima, mas não se levarmos em consideração o fato de que a projeção era de que as vendas tivessem crescimento de 2,1%.


Apple não é a única culpada


O analista sênior de pesquisa de mercado da IHS iSupply, Craig Stice, disse em entrevista para  a Fortune que “a indústria, como um todo, está em declínio”. As crises econômicas mundiais estão fazendo com que os consumidores deixem de trocar seus computadores por modelos melhores. Como se não bastasse, a crescente popularização de tablets e smartphones também afetam as vendas, já que, muitas vezes, esses dispositivos apresentam diferenciais inexistentes nos PCs tradicionais.

Mito ou verdade: o computador está morrendo?

Há, por exemplo, pesquisas que consideram tablets com displays acima de 7” polegadas como sendo computadores pessoais. Nesse caso, a Apple passa a ser a maior fabricante de computadores do mundo.

Porém, curiosamente, até mesmo para a Apple as vendas de modelos mais tradicionais acabaram caindo. As vendas de Mac estão a uma taxa tão lenta quanto as de PC e, por enquanto, o iPad é o grande sucesso da empresa: durante o segundo trimestre de 2012, a Maçã vendeu 17 milhões de iPads e “apenas” 4 milhões de Macs.


Há solução para o mercado?


Segundo o vice-presidente de clientes e demonstrações da IDC, Bob O’Donnel, a economia atual é um dos principais responsáveis pela queda das vendas, fazendo os consumidores pensarem que não precisam de um upgrade de computador neste momento.
Para O’Donnel, a solução está nos países emergentes. Apesar de as vendas de PCs na China estarem diminuindo e de o mercado indiano estar pior do que o esperado, o Brasil continua surpreendendo os investidores e deve, em breve, ultrapassar o número de vendas nos EUA. “Mas isso não é o suficiente para manter a indústria em boa forma”, ressalta O’Donnel.


Ultrabooks e Windows 8 talvez não ajudem tanto


Além da queda de vendas enfrentada pelos desktops, há também uma diminuição na preferência por notebooks. Os ultrabooks têm chamado muito a atenção da imprensa e dos consumidores, mas o preço proibitivo ainda faz com que o modelo não ganhe popularidade.
De acordo com a Fortune, a chegada do Windows 8, em outubro, também não deve colaborar para o aumento das vendas, visto que, em um primeiro momento, o novo sistema operacional pode acabar apenas adicionando mais valor monetário a um computador.

Mito ou verdade: o computador está morrendo?


Entretanto, levando em consideração as pesquisas realizadas durante as atualizações passadas do sistema da Microsoft — como aconteceu na época do Windows 95, Vista ou Windows 7 —, pode ser que muitas pessoas optem por comprar um computador novo. Essa nova bolha de vendas pode durar por um tempo. Mas, por enquanto, as vendas continuarão mais devagar.


Computadores: o início do fim


É claro que o mercado é bastante dinâmico e, em alguns anos, uma nova invenção pode alterar o cenário atual. Mas, por enquanto, o computador pessoal como conhecíamos começa a apresentar indícios de que está caminhando para o seu fim.

Nesta semana, a Apple apresentou números muito curiosos durante o lançamento do iPhone 5 e que atestam a popularidade do iPad. Até junho de 2012, por exemplo, foram vendidas 84 milhões de unidades do tablet, o que representa uma fatia de 62% do mercado e 91% do tráfego web de tablets em todo o mundo.

Mito ou verdade: o computador está morrendo?

Os dados mais recentes da imprensa especializada, como os publicados neste artigo, dão cada vez mais respaldo às palavras da Apple: estamos mesmo na era pós-PC. É claro que as pessoas continuam navegando e fazendo buscas online, mas elas não têm usado um desktop para isso. Para completar o quadro, os notebooks também têm sido deixados cada vez mais de lado.

É claro que os computadores comuns ainda têm espaço no mundo de hoje, mas isso não nega o fato de que estão perdendo a popularidade.

Fonte: Baixaki
P�gina Anterior Pr�xima P�gina Home